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Título: Oeuvres de Molière. Nouvelle édition.
Designação: Livro
Autor: Molière (Jean-Baptiste Poquelin, chamado) (1622-1673) [Escritor]
Charles Antoine Coypel (1694-1752) [Desenhador]
Bernard Lépicié (1698-1755) [Gravador]
François Boucher (1703-1770) [Desenhador]
Laurent Cars (1699-1771) [Gravador]
Gilles Marie Oppenort (1672-1742) [Desenhador]
François Joullain (1697-1778) [Gravador]
Jacques-François Blondel (1705-1774) [Desenhador]
Cronologia: 1734 [Edição]Séc. XVIII [Ilustração e encadernação]Séc. XVII [Texto e documentos inclusos no primeiro volume]
Origem: França, Paris
Categoria: Arte do Livro\Impressos
Dimensões:
Tipo de medidasValorUni. de medidaParte descrita
Largura22.7cm.Encadernação
Espessura3.5cm.Encadernação
Altura29.7cm.Encadernação
Material:
Tipo de materialCorParte descrita
marmoreado Contracapas e guardas opostas
Papel Corpo do livro
MarroquimVermelhoEncadernação
Técnicas:
TécnicaParte descrita
gravada a ouro 
à francesa 
a água-forte 
a sanguínea 
Inv. LA247A/F
Localização no museu: Em Reserva
Descrição: Esta coletânea constituída por seis volumes é a obra-prima de François Boucher (1703-1770) enquanto ilustrador. Os desenhos por ele concebidos foram gravados por Laurent Cars (1699-1771) que também contribuiu com a sua acuidade para o êxito alcançado por esta obra. A ilustração desta edição de 1734 das obras de Molière (1622-1673) conta com um retrato do dramaturgo pintado por Charles Coypel e gravado por Lépicié em dois estados, um florão na página de título que se repete em todos os volumes, trinta e três temas de Boucher alusivos ao conteúdo das diferentes peças de teatro, gravados por L. Cars, cento e noventa e oito vinhetas, culs-de-lampe e letras capitais da autoria de Boucher, Blondel e Oppenord, gravadas por François Joullain e Laurent Cars. O exemplar adquirido por Calouste Gulbenkian contém ainda cinco desenhos originais a sanguínea com a representação de personagens de algumas das peças teatrais selecionadas, integrados no início de cada volume. Dois outros fatores contribuíram para que esta obra seja considerada única e excecional. Do ponto de vista tipográfico, o aparecimento de uma palavra mal escrita levou, na época, à reimpressão da obra. O exemplar comprado por Gulbenkian conta-se entre os raros ainda existentes com a falha referida. Do ponto de vista histórico, contém dois documentos manuscritos originais cuja inclusão acentua o seu interesse. Trata-se de dois recibos assinados, um deles pelo próprio Molière o outro pela viúva do dramaturgo.